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sexta-feira, 18 de abril de 2008

Porque Londres existe...

... existe hoje uma Barcelona, uma Berlim ou uma Paris cosmopolita.

Saímos dos jardins de Buckingam, habitados por esquilos escoceses e patos franceses e fomos até Oxford Street, onde entrei num supermercado e comprei batatas fritas japonesas. Passei por Picadilly Circus, onde um paquistanês me entregou um dos muitos gratuitos que se distribuem diariamente na cidade. Atravessei China Town, onde fui calcada por uma senhora gentil que imediatamente me pediu "perdona" e caminhei parar a Garden State onde bebi uma cerveja holandesa, entre amigos italianos, até a noite chegar.
Londres nunca mais será só e dos ingleses. Gosto disso :)

quinta-feira, 27 de março de 2008

1:40


















"
How can it feel, this wrong, from this moment".

sábado, 23 de fevereiro de 2008

sábado, 22 de setembro de 2007

De volta das voltas

Cheguei, já há algum tempo, mas antes de vir aqui tive que ir a correr para o quarto, estudar a correr para os exames que passaram a correr e espero que corram comigo para uma nova fase de vida.
Estou feliz mas cansada. Por isso ao fim deste mês de aventura + semana bónus de estudo tive que parar, parar mesmo, simplesmente parar. Perdoem-me as saudades e os amigos que me encheram delas por não correr primeiro para vocês mas senti que por uns dias tinha mesmo que descansar o corpo que não é forte por natureza.
Inicio hoje o Diário de bordo de dias cheios de páginas, inicio os beijos e o adeus à saudade. Completá-lo-ei pouco a pouco. Agora ficam as imagens. Amanhã ficará o que tiver de ser e assim consecutivamente ou não.
Inicio hoje o trazer a terra bocadinhos de mim, de tudo. Até que cheguem a todos onde quero chegar.

Eterna Roma




















Ilhas Eolie - Salina - Pollara





Ilhas Eolie - Stromboli



Ilhas Eolie - Salina - Santa Marina



























sábado, 18 de agosto de 2007

United colors of Burano






Depois de dois dias na incomensurável Veneza não pudemos deixar de aproveitar as últimas horas do terceiro para conhecer uma das pequenas ilhas que ladeiam a cidade de caminhos de água.
Depois de colares, jarras e até cachos de uvas em Murano o mais lógico era rumar até à ilha onde se fazia o bendito vidro.
Entramos no posto de turismo, pedimos um mapa e enquanto procurávamos Murano e os barcos até lá, a felizmente intrometida guia veio pedir-nos que escolhêssemos Burano. Como Indiana Jones bebés que ainda somos, aceitamos sem pensar (duas vezes?). Não, sem pensar muito no assunto, mesmo!
O barco seguiu o caminho de mar que tinha passagem pela cinematográfica ilha do cemitério. E levou-nos até aqui. Saltamos do barco e abriu-se um livro para crianças. As ilustrações eram casas. Estas. A história podia ser qualquer uma das que fazem adormecer os pequeninos.
Burano foi uma pepita de ouro na caixinha de surpresas em que se tornou esta viagem.