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quarta-feira, 15 de abril de 2009

a Brasileira, Braga

Aqui está ela, a mítica. De rosto lavado para continuar a aquecer os corações com café bem quentinho, no centro de Braga.




segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Quando as artes se unem.

 O inacessível Karl Lagerfeld nunca mais largou Cat Power, desde o dia que a viu a fumar, à porta de um hotel, e não sabia quem era a-desconhecida-da-aura que chamou a atenção de quem está sempre perdido entre pedaços imortais de tecido.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

quinta-feira, 1 de maio de 2008

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Pelos caminhos de Portugal

Nas últimas semanas recebi a visita do Kai, o meu amigo Japonês. Devido à minha disponibilidade temporal nesses dias, foi possível viajar com ele pelo país e mostrar-lhe alguns dos belos recantos que temos.

Nunca pensei que Portugal fosse um país com o nome ainda tão presente na ilha nipónica. Desde pequeninos que os japoneses aprendem o nosso país nas aulas de historia devido à época em que o Japão esteve fechado ao mundo apenas mantendo relações com Portugal.

Foram dias maravilhosos em que passamos por Vila Verde (como não podia deixar de ser ;) ), Braga, Guimarães, Porto, Coimbra, Lisboa e Sintra. É sempre bom perceber as percepções de alguém que vê Portugal pela primeira vez, principalmente de alguém tão atento e sensível como o Kai.

É sempre bom fazer o paralelo entre a vila onde nasci e os seus dois mil habitantes e Tóquio. Perceber que na capital japonesa há um famoso cruzamento de passadeiras onde cada vez que o sinal fica verde passam cinco mil pessoas. Que andar de carro só é possível com GPS e outras coisas, tão naturais para eles, e que para mim mais pareciam saídas do dicionário dos absurdos. Dos bons, pois tenho uma grande fascínio pela cultura nipónica.

Ficam aqui alguns registos ‘fotográmicos’ desses belos dias pelos caminhos de Portugal.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Arte urbana




As paredes das cidades - suportes de uma casa maior que guarda vidas - revelam e escondem segredos.
Fiquei surpreendida quando pude estender os meus olhos sobre o golfo de Nápoles. A cidade até aí tão castigada nas palavras com que as pessoas ma contavam era linda, esguia e estendia-se pelo mar com elegância, as ruas eram genuínas e cheias de carisma. O caos dava sons à cidade e até os putos da cidade tem um nome próprio - coisa que ainda não tinha visto nos poucos sítios que vi com os pés bem assentes nas pedras.
Mas a verdade é que dentro das paredes há sofrimento, abordado pelos de fora, muitas vezes, em tom de gozo e brincadeira mas que magoa a gente que vive na cidade a baixo do Vesúvio. Falo da Camorra e todas as nódoas negras que faz à cidade, problemas que se tornam terríveis como as disputas com o governo local no que diz respeito, por exemplo, à recolha de lixo. Tristezas que as paredes não calam.

sábado, 22 de setembro de 2007

Costiera Amalfitana

Ocupa o primeiro lugar no ranking das 100 maravilhas naturais no mundo, segundo a National Geographic.


Nápoles





Ilhas Eolie - Stromboli



Ilhas Eolie - Salina - Lingua

Ilhas Eolie - Salina - Santa Marina



























Messina














A caixinha de surpresas não parou de se abrir e foi em Messina que descobri que Roberto Benigni estava a fazer um espectáculo por todo o país e que ia estar na cidade num dos dias em que me encontrava aí.
Inspira, expira. Compra o bilhete. Beija o bilhete. Entra no estádio. Um estádio cheio para ver o Roberto? Claro. Desculpem a proximidade mas foi ele que pediu e deixou. Ambiente de festa popular. Eis que entra o energético poema humano do cinema italiano. Palmas. Um silêncio que transpira respeito. Arrepio. Stand up comedy que salta entre temas variados como Berlusconi, Berlusconi e Belusconi. Ah!E políticos italianos que não conhecia. Uma assombrosa dissertação sobre o amor inspirada em Dante. Inspira, mais e mais: Benigni está a recitar Dante!!! Fim. 5 "voltas" de aplausos. Seja a quem for: obrigada.

Taormina













































































A viagem até à "pedra na ponta da biqueira da bota" foi interminável. Deixei o norte eram umas 7 da manhã chuvosas em Bolonha (a cidade onde nunca chove). Abracei os amigos e parti para uma quantidade ingrata de horas que iam ser passadas sozinha e num comboio.

Mais uma vez a rede de transportes Italianos cumpriu o seu maior dever(?) e o comboio que me fez chegar até Roma para apanhar a ligação até Villa S.Giovanni chegou 10 minutos atrasado, perdi a ligação e fiquei completamente perdida no gigante termini da capital Italiana. O caótico termini de Roma.
12 horas depois cheguei. E foi no barco, já em braços amigos, que comecei a descansar da longa jornada em que vi um pouco do sul de Itália por uma janela.
Na ponta da biqueira da bota encontra-se uma pedra mas uma pedra preciosa que muito mais que os pequenos lugares únicos e preciosos que se pode conhecer a cada dia encontramos gente de um calor humano que sabe quase a compensação divina.
Percebi (por)que chegar a um sítio assim tem que implicar GRANDES viagens. Remeti um pouco para a lógica dos descobrimentos e não deixei de fazer interiormente constantes referências à Odisseia. Quiçá um abuso que não tenho medo de confessar.Aqui começaram 10 dias na ilha dos amores.



Bolonha



Cheguei a estas praças e gritei:
- genteee!
Tinha acabado de encontrar uma Bolonha deserta, sem os estudantes que segundo o que me explicaram enchem as ruas de corpos, vozes e cheiros.
É Agosto e a cidade de tons laranja está deserta ... dos estranhos que normalmente criam um ambiente quente e familiar.
Caminhei entre reencontrados caros amigos que caminhavam comigo e diziam: "- neste café come-se bem"; "esta praça está sempre cheia de gente"; "eu venho sempre aqui com os meus amigos e é difícil arranjar lugar".
Via os lugares e imaginava a gente e quase que ouvia o eco do barulho. Mas Bolonha continuava deliciosamente deserta.

sábado, 18 de agosto de 2007

United colors of Burano






Depois de dois dias na incomensurável Veneza não pudemos deixar de aproveitar as últimas horas do terceiro para conhecer uma das pequenas ilhas que ladeiam a cidade de caminhos de água.
Depois de colares, jarras e até cachos de uvas em Murano o mais lógico era rumar até à ilha onde se fazia o bendito vidro.
Entramos no posto de turismo, pedimos um mapa e enquanto procurávamos Murano e os barcos até lá, a felizmente intrometida guia veio pedir-nos que escolhêssemos Burano. Como Indiana Jones bebés que ainda somos, aceitamos sem pensar (duas vezes?). Não, sem pensar muito no assunto, mesmo!
O barco seguiu o caminho de mar que tinha passagem pela cinematográfica ilha do cemitério. E levou-nos até aqui. Saltamos do barco e abriu-se um livro para crianças. As ilustrações eram casas. Estas. A história podia ser qualquer uma das que fazem adormecer os pequeninos.
Burano foi uma pepita de ouro na caixinha de surpresas em que se tornou esta viagem.

Veneza para sempre






terça-feira, 14 de agosto de 2007

Verona

Francesca, a menina do mapa.
Casa da Julieta.
Vista sobre o rio.
Poço do amor
Milhares de mensagens de amor. Entrada da casa da Julieta.

Verona, cidade onde nascem cores entre varandas de amores proibidos.